"Lute sempre pelos seus sonhos!"

Esta afirmativa fará sempre parte da minha vida, pois, acredito que os sonhos não envelhecem, nos fazem refletir, buscar caminhar,e, são sonhos até que se tornem realidade...de uma forma ou de outra!
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sábado, 26 de janeiro de 2013

TDAH

Conheçam este vídeo sobre TDAH:

http://www.youtube.com/watch?v=nY-4B7WzLP0

E também conheçam o site: www.tdah.org.br  , é muito interessante.

Vejam um pouco que pesquisei por lá:

A Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA) é uma associação de pacientes, sem fins lucrativos, fundada em 1999, com o objetivo de disseminar informações corretas, baseadas em pesquisas científicas, sobre o Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH). Além disso, oferecemos suporte a portadores desse transtorno e a seus familiares através de grupos de apoio, atendimento telefônico e, especialmente, resposta a e-mails e postagens de conteúdos em nosso site que é tido como referência nacional na web, com uma média de 200 mil visitas mensais.

O TDAH, também chamado de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) ou, em inglês, de ADD, ADHD ou de AD/HD, é um transtorno neurobiológico de causas genéticas, reconhecido oficialmente pela OMS (Organização Mundial da Saúde), através da CID-10 (Classificação Internacional de Doenças).

Algumas Estratégias Pedagógicas para Alunos com TDAH:

Atenção, memória sustentada:

Algumas técnicas para melhorar a atenção e memória sustentadas

1 – Quando o professor der alguma instrução, pedir ao aluno para repetir as instruções ou compartilhar com um amigo antes de começar as tarefas.

2 – Quando o aluno desempenhar a tarefa solicitada ofereça sempre um feedback positivo (reforço) através de pequenos elogios e prêmios que podem ser: estrelinhas no caderno, palavras de apoio, um aceno de mão... Os feedbacks e elogios devem acontecer SEMPRE E IMEDIATAMENTE após o aluno conseguir um bom desempenho compatível com o seu tempo e processo de aprendizagem.

3 – NÃO criticar e apontar em hipótese alguma os erros cometidos como falha no desempenho. Alunos com TDAH precisam de suporte, encorajamento, parceria e adaptações. Esses alunos DEVEM ser respeitados. Isto é um direito! A atitude positiva do professor é fator DECISIVO para a melhora do aprendizado.

4 – Na medida do possível, oferecer para o aluno e toda a turma tarefas diferenciadas. Os trabalhos em grupo e a possibilidade do aluno escolher as atividades nas quais quer participar são elementos que despertam o interesse e a motivação. É preciso ter em vista que cada aluno aprende no seu tempo e que as estratégias deverão respeitar a individualidade e especificidade de cada um.

Optar por, sempre que possível, dar aulas com materiais audiovisuais, computadores, vídeos, DVD, e outros materiais diferenciados como revistas, jornais, livros, etc. A diversidade de materiais pedagógicos aumenta consideravelmente o interesse do aluno nas aulas e, portanto, melhora a atenção sustentada.

5 – Utilizar a técnica de “aprendizagem ativa” (high response strategies): trabalhos em duplas, respostas orais, possibilidade do aluno gravar as aulas e/ou trazer seus trabalhos gravados em CD ou computador para a escola.

6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.

7 – Usar sinais visuais e orais: o professor pode combinar previamente com o aluno pequenos sinais cujo significado só o aluno e o professor compreendem. Exemplo: o professor combina com o aluno que todas as vezes que percebê-lo desatento durante as atividades, colocará levemente a mão sobre seu ombro para que ele possa retomar o foco das atividades.

8 – Usar mecanismos e/ou ferramentas para compensar as dificuldades memoriais: tabelas com datas sobre prazo de entrega dos trabalhos solicitados, usar post-it para fazer lembretes e anotações para que o aluno não esqueça o conteúdo.

9 – Etiquetar, iluminar, sublinhar e colorir as partes mais importantes de uma tarefa, texto ou prova.


Tempo e processamento das informações


1 – Usar organizadores gráficos para planejar e estruturar o trabalho escrito e facilitar a compreensão da tarefa. Clique aqui para ver um exemplo.

2 – Permitir como respostas de aprendizado apresentações orais, trabalhos manuais e outras tarefas que desenvolvam a criatividade do aluno.

3 – Encorajar o uso de computadores, gravadores, vídeos, assim como outras tecnologias que possam ajudar no aprendizado, no foco e motivação.

4 – Reduzir ao máximo o número de cópias escritas de textos. Permitir a digitação e impressão, caso seja mais produtivo para ao aluno.

5 – Respeitar um tempo mínimo de intervalo entre as tarefas. Exemplo: propor um trabalho em dupla antes de uma discussão sobre o tema com a turma inteira.

6 – Permitir ao aluno dar uma resposta oral ou gravar, caso ele tenha alguma dificuldade para escrever.

7 – Respeitar o tempo que cada aluno precisa para concluir uma atividade. Dar tempo extra nas tarefas e nas provas para que ele possa terminar no seu próprio tempo.

Organização e técnicas de estudo

1 – Dar as instruções de maneira clara e oferecer ferramentas para organização do aluno desenvolver hábitos de estudo. Incentivar o uso de agendas, calendários, post-it, blocos de anotações, lembretes sonoros do celular e uso de outras ferramentas tecnológicas que o aluno considere adequado para a sua organização.

2 – Na medida do possível, supervisionar e ajudar o aluno a organizar os seus cadernos, mesa, armário ou arquivar papéis importantes.


3 – Orientar os pais e/ou o aluno para que os cadernos e os livros sejam “encapados” com papéis de cores diferentes. Exemplo: material de matemática – vermelho, material de português – azul, e assim sucessivamente. Este procedimento ajuda na organização e memorização dos materiais.

4 – Incentivar o uso de pastas plásticas para envio de papéis e apostilas para casa e retorno para a escola. Desta forma, todo o material impresso fica condensado no mesmo lugar minimizando a eventual perda do material.

5 – Utilizar diariamente a agenda como canal de comunicação entre o professor e os pais. É extremamente importante que os pais façam observações diárias sobre o que observam no comportamento e no desempenho do filho em casa, assim como o professor poderá fazer o mesmo em relação às questões relacionadas à escola.

6 – Estruturar e apoiar a gestão do tempo nas tarefas que exigem desempenho em longo prazo. Exemplo: ao propor a realização de um trabalho de pesquisa que deverá ser entregue no prazo de 30 dias, dividir o trabalho em partes, estabelecer quais serão as etapas e monitorar se cada uma delas está sendo cumprida. Alunos com TDAH apresentam dificuldades em desempenhar tarefas em longo prazo.

7 – Ensine e dê exemplos frequentemente. Use folhas para tarefas diárias ou agendas. Ajude os pais, oriente-os como proceder e facilitar os problemas com deveres de casa. Alunos com TDAH não podem levar “toneladas” de trabalhos para fazer em casa num prazo de 24 horas.


Técnicas de aprendizado e habilidades metacognitivas

1 – Explicar de maneira clara e devagar quais são as técnicas de aprendizado que estão sendo utilizadas. Exemplo: explicar e demonstrar na prática como usar as fontes, materiais de referência, anotações, notícias de jornal, trechos de livro, etc.

2 – Definir metas claras e possíveis para que o aluno faça sua autoavaliação nas tarefas e nos projetos. Este procedimento permite que o aluno faça uma reflexão sobre o seu aprendizado e desenvolva estratégias para lidar com o seu próprio modo de aprender.

3 – Usar organizador gráfico (clique aqui para ver) para ajudar no planejamento, organização e compreensão da leitura ou escrita.

Inibição e autocontrole

1 – Buscar sempre ter uma postura pró-ativa. Antecipar as possíveis dificuldades de aprendizado que possam surgir e estruturar as soluções. Identificar no ambiente de sala de aula quais são os piores elementos distratores (situações que provocam maior desatenção) na tentativa de manter o aluno o mais distante possível deles e, consequentemente, focado o maior tempo possível na tarefa em sala de aula.

2 – Utilizar técnicas auditivas e visuais para sinalizar transições ou mudanças de atividades. Exemplo: falar em voz alta e fazer sinais com as mãos para lembrar a mudança de uma atividade para outra, ou do término da mesma.

3 – Dar frequentemente feedback (reforço) positivo. Assinale os pontos positivos e negativos de forma clara, construtiva, respeitosa. Este monitoramento é importante para o aluno com TDAH, pois permite que ele desenvolva uma percepção do seu próprio desempenho, potencial e capacidade e possa avançar motivado em busca da sua própria superação.


4 – Permitir que o aluno se levante em alguns momentos, previamente combinados entre ele e o professor. Alunos com hiperatividade necessitam de alguma atividade motora em determinados intervalos de tempo. Exemplo: pedir que vá ao quadro (lousa) apagar o que está escrito, solicitar que vá até a coordenação buscar algum material, etc., ou mesmo permitir que vá rapidamente ao banheiro ou ao corredor beber água. Este procedimento é extremamente útil para diminuir a atividade motora e, muitas vezes, é ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO para crianças muito agitadas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

HTPC especial: Oficina Educação Inclusiva

No dia 26 de novembro de 2012, as professoras Valéria e Gilce repassaram aos professores da escola Evangelista Rodrigues os assuntos referentes ao Seminário de educação inclusiva que participaram em Guarulhos. Foi um momento de muita reflexão, troca de experiências e de certeza de que temos muito a caminhar,mas, que estamos no caminho certo de uma educação realmente especial e inclusiva. A psicóloga Iva também fez muitos comentários importantes. Eu acompanhei a preparação do trabalho feito pela professora Valéria que foi feito com muito entusiasmo, capricho e conhecimento teórico e prático.

O vídeo abaixo foi passado no dia e é muito interessante e reflexivo: O PROBLEMA NÃO É MEU:

http://www.youtube.com/watch?v=xBDKniUJ1aI



É MUITO IMPORTANTE SABER:

Classe Especial

Classe especial é uma modalidade de ensino , que visa promover o desenvolvimento das potencialidades de pessoas portadoras de necessidades especiais , a fim de promovê-las ao ensino regular (classe comum). Abrange os diferentes níveis e graus do sistema de ensino e fundamenta-se em referenciais teóricos e práticos compatíveis com as necessidades específicas de seu alunado.

Sala de Recursos Multifuncionais
Modalidade de ensino que objetiva um amparo contínuo através de caminhos e meios facilitadores para a aprendizagem , com conotação mais ampla e integral dos educandos inclusos e/ou atua de forma diversificada com recursos individualizados e a mediação de um profissional especializado.

Funciona diariamente em horário inverso a aula , com atendimento grupal ou individualizados no período de 2 horas.

O município conta com três polos :

• EMEIEF “Carmélia Fleming Bittencourt” ;

• EMEF “Dr. Evangelista Rodrigues” ;

• EMEIEF “Maria Zélia Freitas Lorena”.


Encaminhamento para as Classes Especiais / Recursos Multifuncionais

A entrada dos alunos acontecerá via encaminhamento da avaliação realizada pelo Setor de Psicologia que atua em cada Unidade Escolar , ao Setor de Psicologia Escolar da EMEF Dr. Evangelista Rodrigues.

No encaminhamento da Unidade Escolar deverá constar :

• ofício de solicitação da escola ;

• avaliação pedagógica , realizada pela coordenadora da escola de origem ;

• avaliação cognitiva realizada pela psicóloga da Unidade.

Após o término destes trabalhos , será fornecida a devolutiva a escola e familiares.

As matrículas nestas salas acontecerão até o 3º bimestre sendo que os demais encaminhamentos serão organizados para o próximo ano.

Reforço
Diferente do Recurso. Este procedimento está focado nas dificuldades apresentadas em disciplinas / conteúdos específicos : Português , Matemática , etc. O reforço acontecerá em cada Unidade Escolar.
Recuperação Paralela
Diferente do Reforço , este procedimento visa a superação de dificuldades específicas encontradas pelo aluno.

Deverá ser elaborada com o Conselho de Classe a cada bimestre , e acontecerá na própria sala sob coordenação dos professores. (Resolução SE / 15 , de 22/02/2005).

Classes Especiais
O município conta com três classes especiais sediadas na EMEF “Dr. Evangelista Rodrigues” que estão estruturadas da seguinte forma:

• Classe Especial A

Objetivos :

- promover a experimentação da autonomia e enfrentamento de

desafios cotidianos ;

- estimular a produção de textos e a estruturação de ideias ;

- trabalhar a leitura diversificada ;

- incentivo aos desafios matemáticos utilizando situações problemas.

última etapa para o processo de inclusão dos alunos em salas

regulares ;

constituída por no máximo 15 alunos , previamente avaliados ;

conduzida por um professor especialista .


Classe Especial B

Objetivos :

- estimular a experimentação de regras e normas ;

- desenvolver habilidades de leitura e escrita de pequenos textos como

parlendas , cantigas , entre outros ;

- iniciação da escrita com função social (frases / bilhetes) ;

- trabalhar a ampliação de conceitos matemáticos e cálculos simples

(quadro , valor e lugar).

etapa intermediária do processo de inclusão ;

constituída por no máximo 15 alunos , previamente avaliados ;

conduzida por um professor especialista .


Classe Especial C

Objetivos :

- estimular a noção temporal e espacial ;

- promover o reconhecimento e internalização do alfabeto ;

- desenvolver e incentivar a leitura (sem saber ler) e a construção da

escrita de palavras / nomes ;

- estimular o reconhecimento e internalização da sequência numérica e

cálculos (adição / subtração) com uso de recursos concretos .

etapa inicial da Educação Especial , trabalha com alunos no início

da alfabetização ;

constituída por no máximo 15 alunos , previamente avaliados ;

conduzida por um professor especialista .

Importante :

Vale ressaltar que os conteúdos desenvolvidos nestas salas são estruturados à partir dos modelos curriculares das salas regulares , com as devidas adaptações e que os objetivos descritos acima são resultados de uma síntese do foco de ação de cada sala.


Sala de Recursos Multifuncionais - AEE (Atendimento Educacional Especializado) – é uma nova nomenclatura que se refere a esta modalidade de ensino disponibilizando recursos , serviços e ampliação da oferta deste atendimento.


Equipe de Apoio a Educação Especial – EAEE

FRASES MARCANTES:

“O ALUNO NÃO É DO PROFESSOR , É DA ESCOLA. A ESCOLA TEM QUE SE MOBILIZAR.”


“O PROFESSOR NÃO PRECISA SABER O QUE O ALUNO TEM , MAS ATRAVÉS DA OBSERVAÇÃO , ELE PODE AVALIÁ-LO. A DEFICIÊNCIA NÃO PODE SER UM LIMITADOR , TODOS TEM A POSSILIDADE DE CAMINHAR. DEVEMOS INVESTIR NO ALUNO.”

“MUITOS PROFESSORES ACHAM QUE SÓ QUANDO TIVEREM UM ALUNO ESPECIAL AÍ É QUE VÃO PRECISAR SABER ALGO.”

“ LUTAR PELA IGUALDADE SEMPRE QUE AS DIFERENÇAS NOS DISCRIMINEM ; LUTAR PELAS DIFERENÇAS SEMPRE QUE A IGUALDADE NOS DESCARACTERIZE.”
BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS

NÃO SEI . . .

SE A VIDA É CURTA OU LONGA.

MAS SEI QUE NADA DO QUE VIVEMOS TEM SENTIDO , SE NÃO TOCAMOS O CORAÇÃO DAS PESSOAS.  CORA CORALINA

FOI PASSADO AOS PROFESSORES UM SLIDE E UMA APOSTILA MUITO INTERESSANTES E ESCLARECEDORAS. FALOU-SE TAMBÉM SOBRE O CENSO INCLUSIVO DE CACHOEIRA PAULISTA, QUE PERMITE CONHECER A REALIDADE DO MUNICÍPIO E PENSR EM AÇÕES FAVORÁVEIS!
ESTAMOS EM BUSCA DE UMA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA A CADA DIA MELHOR!
 
PARABÉNS PROFESSORAS VALÉRIA E GILCE POR ESTA OFICINA!
 
E EU TENHO ORGULHO DAS PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL  E DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS COM QUEM TRABALHO,POIS, FAZEM COM AMOR, DEDICAÇÃO, COMPANHEIRISMO E CRIATIVIDADE!
 
TENHO ORGULHO DE NOSSA EQUIPE DE APOIO À EDUCAÇAO ESPECIAL, QUE INCLUI OS PROFESSORES, EU, A DIRETORA JAMILLA, A VICE-DIRETORA LEONINA E A PSICÓLOGA IVA QUE FAZEM TUDO COM MUITO CARINHO, COMPETÊNCIA, NA BUSCA DE ACERTAR A CADA DIA MAIS!
 
NOSSA ESCOLA ESTÁ EM BUSCA DE UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA, EU TAMBÉM ADMIRO TODOS OS PROFESSORES QUE ESTÃO PROCURANDO CONHECER E VIVENCIAR SOBRE ESTE ASSUNTO, QUE EU POSSO DIZER QUE É DIFÍCIL, MAS, É APAIXONANTE!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Relatório Semestral das Classes Especiais

MODELO DE RELATÓRIO DAS CLASSES ESPECIAIS A SER PREENCHIDO A CADA SEMESTRE:

PREFEITURA MUNICIPAL DE CACHOEIRA PAULISTA
DIRETORIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, ESPORTE E LAZER
EMEF “DR. EVANGELISTA RODRIGUES”
RUA BERNARDINO DE CAMPOS, Nº 103 - CENTRO
Tel (12) 3101-1478
ATO DE CRIAÇÃO DA ESCOLA: Resolução 13/76

Roteiro Descritivo de Observação de Alunos

Nome: _____________________________________________________
Data de nascimento: ______ / ______ / ________
Ano letivo: ____________
Escola: ____________________________________________________
Área de deficiência: Deficiência Intelectual

- Relato do professor de sala comum:
- Relato do professor especialista:

A – Intervenção e Interação Afetiva:

1. Relacionamento do Aluno na escola
2. Relacionamento do Aluno com professor especialista

B – Avaliação pelo professor especialista:

a) Interesse:
b) Atenção:
c) Concentração:
d) Compreensão e atendimento as ordens:
e) Habilidades sensório-motoras:
• Percepção e memória visual
• Percepção e memória auditiva
• Percepção de diferenças e semelhanças
• Orientação temporal (noção de dia, mês e ano)
• Orientação espacial
f) Habilidades motoras:
g) Expressão criativa:
h) Linguagem e comunicação oral:
i) Linguagem e comunicação escrita:
j) Raciocínio lógico-matemático:

C – Demais Avanços do aluno neste período:

D – Sugestões do professor especialista:

Cachoeira Paulista, __________ de ______________________ de2011
_________________________ _______________________
Coordenador Pedagógico Professor Especialista

_________________________
Diretor de escola

Plano individual

NOVO MODELO DE PLANO DE TRABALHO INDIVIDUAL , QUE DEVE SER REALIZADO A CADA AULA DAS SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS DA EMEF “ Dr. Evangelista Rodrigues”

Caderno do Planejamento Individual-
Recursos Multifuncionais
O planejamento individual para o Recursos Multifuncionais,tem o propósito de atender às necessidades particulares da clientela.
Sabendo que a Sala de Recursos Multifuncionais não deve reproduzir o modelo de sala de aula, mas fazer uso da apropriação dos conteúdos através de uma metodologia voltada para o lúdico com aprendizado indireto. Deve-se então, trabalhar a Língua Portuguesa (leitura e escrita), Matemática (raciocínio lógico por meio de diferentes cálculos), além da flexibilidade em explorar os conteúdos através de concursos, entrevistas, vídeos educativos, entre outros, combinados com à coordenação.

Observação: deve-se trabalhar sobretudo no concreto, evitando o uso de cópias no caderno e uso de folhas xerocadas.

Primeiro momento com os alunos:
-Realizar uma sondagem de Língua Portuguesa e uma de Matemática, logo após elaborar um relatório com os seguintes itens:
1- Identificação do aluno.
2- Dificuldades e habilidades do educando.
3- O que precisa ser trabalhado.


AEE-2011

EMEF “ Dr. Evangelista Rodrigues”

PLANO SEMANAL DE A.E.E. (RECURSOS MULTIFUNCIONAIS)-2011

Aluno:_______________________

Professor/A.E.E.:______________Data___ /___/2011

1-) Objetivos do plano dentro da necessidade do aluno:
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
2-) Metodologia de trabalho( pode ser colocada a cada atividade ou enumerá-las neste campo):
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

(anexar sempre as matrizes a serem trabalhadas com cada aluno; especificar cada atividade ).

3-)Observações gerais:
(relatar o que deu certo e o que não obteve o resultado esperado; falas e atitudes dos educandos e outros):
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
.A. E. E.
Fevereiro - 2011

segunda-feira, 22 de março de 2010

Síndrome de Down

Conheçam 0 blog: http://interacaototal.zip.net/. é muito interessante!

A Síndrome de Down ou trissomia do 21, é o distúrbio cromossômico mais comum e a forma mais comum de deficiência mental congênita. É chamada de Trissomia do Cromossomo 21, por causa do excesso de material genético do cromossomo 21, que ao invés de apresentar dois cromossomos 21 o portador da S.D. possui três. Geralmente pode ser diagnosticada ao nascimento ou logo depois, por suas características dismórficas, que variam entre os pacientes, e que produzem um fenótipo distintivo.
A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
Portadores de síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É a ocorrência genética mais comum, estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
Dentre as principais Características da Síndrome de Down, pode-se destacar: Retardo mental, Fraqueza muscular, Anomalia cardíaca, Baixa estatura, Olhos com fendas palpebrais oblíquas, Perfil achatado e Prega única na palma da mão.
A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais no entanto é importante que mulheres muito jovens ou com mais de 35 anos que desejam engravidar busquem orientação médica. Hoje existem exames que detectam a síndrome nas primeiras semanas de gestação, é por isso que o pré-natal é muito importante, para que se tomem as medidas necessárias para que a criança nasça nas melhores condições possíveis e que ao nascer comece um tratamento para desenvolver melhor os músculos, o raciocínio, entre outros. É muito importante que os pais tenham acompanhamento psicólogo para que o profissional trabalhe o emocional deles em relação ao filho.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Teste de poder de inclusão



Teste de Poder de Inclusão
Professor:
Você está preparado para trabalhar com a inclusão em sala de aula?
O teste de poder de inclusão foi criado pela Professora Maria Teresa Eglér Mantoan, publicado no livro Humor e Alegria na educação (Summus, 2006). O teste é simples mas, de acordo com Mantoan, pode ajudar a identificar o vírus da exclusão, latente nas escolas.
O teste, bem como seu gabarito, são apresentados a seguir:
Para esse breve exame, as regras são:


1. Colocar-se na condição dos professores(as) que aqui apresentaremos.
2. Escolher a alternativa que você adotaria em cada caso, mas sem pensar muito, respondendo com o que vem mais rápido à cabeça.
3. Descobrir e aprender mais sobre si mesma(o).


Responda às questões e confira.
1. A professora Sueli procura incluir um aluno com deficiência mental em sua turma de1ª série. Tudo caminha bem em relação à socialização desse educando, mas diante dos demais colegas o atraso intelectual do aluno é bastante significativo.Nesse caso, como você resolveria a situação?
(A) Encaminharia o aluno para o atendimento educacional especializado oferecido pela escola?
(B) Solicitaria a presença de um professor auxiliar ou itinerante para acompanhar o aluno em sala de aula?
(C) Esperaria um tempo para verificar se o aluno tem condições de se adaptar ao ritmo da classe ou precisaria de uma escola ou classe especial?

2. Júlia é uma professora de escola pública que há quatro anos leciona na 2ª série. Há um fato que a preocupa muito atualmente: o que fazer com alguns de seus alunos, que estão cursando pela terceira vez aquela série?Para acabar com suas preocupações, qual seria a melhor opção?(A) Encaminhá-los a uma sala de alunos repetentes, para ser mais bem atendidos e menos discriminados?
(B) Propor à direção da escola que esses alunos sejam distribuídos entre as outras turmas de 2ª série, formadas por alunos mais atrasados?
(C) Reunir-se com os professores e a diretora da escola e sugerir que esses alunosse transfiram para turmas da mesma faixa etária e até mesmo para as classes de Educação de Jovens e Adultos (EJA), caso algum já esteja fora da idade própria do ensino fundamental?

3. Cecília é uma adolescente com deficiência mental associada a comprometimentos físicos; ela está freqüentando uma turma de 3ª série do ensino fundamental, na qual a maioria dos alunos é bem mais nova que ela. A professora percebeu que Cecília está desinteressada pela escola e muito apática. Qual a melhor saída, na sua opinião, para resolver esse caso?
(A) Chamar os pais de Cecília e relatar o que está acontecendo, sugerindo-lhes que procurem um psicólogo para resolver o seu problema?
(B) Avaliar a proposta de trabalho dessa série, em busca de novas alternativaspedagógicas?
(C) Concluir que essa aluna precisa de outra turma, pois a sua condição física e problemas psicológicos prejudicam o andamento escolar dos demais colegas?

4. Numa 2ª série de ensino fundamental, em que há alunos com deficiência mental e outros com dificuldades de aprendizagem, relacionadas a outros motivos, o professor Paulo está ensinando operações aritméticas. Esses alunos não conseguem acompanhar o restante da turma na aprendizagem do conteúdo proposto. O que você faria, se estivesse no lugar do professor Paulo?(A) Reuniria esse grupo de alunos e lhes proporia as atividades facilitadas do currículo adaptado de atemática?
(B) Distribuiria os alunos entre os grupos formados pelos demais colegas e trabalharia com todos, de acordo com suas possibilidade de aprendizagem?
(C) Aproveitaria o momento das atividades referentes a esse conteúdo para que esses alunos colocassem em dia outras matérias do currículo, com o apoio de colegas voluntários?

5. Fábio é um aluno com autismo que freqüenta uma turma de 3ª série. É o seu primeiro ano em uma escola comum e ele incomoda seus colegas, perambulando pela sala e interferindo no trabalho dos grupos.Que decisões você tomaria para resolver a situação, caso fosse o (a) professor (a) desse grupo?
(A) Solicitaria à direção da escola que retirasse Fábio da sala, pois o seu comportamento está atrapalhando o desempenho dos demais alunos e o andamento do programa?
(B) Marcaria uma reunião com o coordenador da escola e solicitaria uma avaliação e o encaminhamento desse aluno para uma classe ou uma escola especial?
(C) Reuniria os alunos e proporia um trabalho conjunto com a turma em que todos se comprometeriam a manter um clima de relacionamento cooperativo deaprendizagem na sala de aula?

6. Guilherme é uma criança que a escola chama de “hiperativa”. Ele gosta muito de folhear livros de histórias. Ocorre que freqüentemente rasga e/ou suja as páginas dos livros, ao manuseá-los sem o devido cuidado.O que você lhe diria, caso fosse seu (sua) professor(a)?
(A) “Hoje você não irá ao recreio, porque rasgou e sujou mais um livro."
(B) “Vou ajudá-lo a consertar o livro, para que você e seus colegas possam ler esta linda história.”
(C) “Agora você vai ficar sentado nesta mesinha, pensando no que acabou de fazer.”

7. Norma é professora de uma 4ª série de ensino fundamental e acabou de receber umaluno cego em sua turma. Ela não o conhece bem, ainda. No recreio, propõe à turma um jogo de queimada. É nesse momento que surge o problema: o que fazer com Paulo, o menino cego?Arrisque uma “solução inclusiva” para esse caso.
(A) Oferecer-lhe outra atividade, enquanto os demais jogam queimada, fazendo-o entender o risco a que essa atividade o expõe e a responsabilidade da professorapela segurança e integridade de todos os seus alunos.
(B) Perguntar ao Paulo de quais jogos e esportes ele tem participado e se ele conhece as regras da queimada.
(C) Reunir a turma para resolver a situação, ainda que na escola não exista uma bola de meia com guizos.

8. Maria José é professora de escola pública e está às voltas com um aluno de uma turma de 5ª série. Ele tem 12 anos, é muito agressivo e mal-educado, desbocado, desobediente e não se submete à autoridade dos professores nem à das demais pessoas da escola; sempre arruma uma briga com os colegas, dentro da sala de aula, ameaçando-os com um estilete. O que você faria no lugar dessa professora aterrorizada?
(A) Estabeleceria novas regras de convivência entre todos e, em seguida, analisaria com a turma os motivos que pode nos levar a agir com violência?
(B) Enfrentaria as brigas, retirando o aluno da sala de aula e entregando-o à direção da escola?(C) Tentaria controlar essas situações, exigindo que o menino entregasse o estilete, para que os demais alunos se acalmassem?

9. Sérgio é um aluno surdo. Ele tem 13 anos de idade e freqüentou, até o momento, uma escola de surdos. Esse aluno está no seu primeiro dia de aula em uma escola comum. A professora, percebendo que Sérgio não fazia leitura labial, procurou a diretora da escola para questionar a admissão desse aluno em sua turma, uma vez que ele não sabe se comunicar em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Se você fosse a professora de Sérgio, antes de tomar essa atitude:
(A) Chamaria os pais desse aluno e os convenceria de que a escola de surdos era mais apropriada para às necessidades dele?
(B) Procuraria saber quais as obrigações e direitos desse aluno e buscaria o recurso adequado à continuidade de seus estudos na escola comum?
(C) Providenciaria a presença de um intérprete de Libras, solicitando um convênio com uma entidade local especializada em pessoas com surdez?

Conte os pontos e confira o seu poder de inclusão, ou melhor, a sua imunidade ao vírus da exclusão:
1 a) 3 b) 2 c) 1
2 a) 1 b) 2 c) 3
3 a) 2 b) 3 c) 1
4 a) 1 b) 3 c) 2
5 a) 1 b) 2 c) 3
6 a) 1 b) 3 c) 2
7 a) 1 b) 2 c) 3
8 a) 3 b) 1 c) 2
9 a) 1 b) 3 c) 2

Resultado:
De 27 a 23 pontos
Imune à exclusão!Você está apto(a) a enfrentar e vencer o vírus da exclusão, pois já entendeu o que significa uma escola que acolhe as diferenças, sem discriminações de qualquer tipo. Compreendeu também que a inclusão exige que os professores atualizem suas práticas pedagógicas para que possam oferecer um ensino de melhor qualidade para todos os alunos. Parabéns! Não se esqueça, porém, de que o atendimento educacional especializado deve ser assegurado a todos os alunos com deficiência, como uma garantia da inclusão.

De 22 pontos a 16 pontos
No limite.Você precisa se cuidar! Atenção, pois você está vivendo uma situação de fragilidade em sua saúde educacional. Cuidado! É preciso que você tome uma decisão e invista na sua capacidade de se defender do vírus da exclusão. Quem fica indeciso entre enfrentar o novo, no caso, a inclusão de todas as crianças nas escolas comuns, e incluir apenas alguns, ou seja, os alunos que conseguem acompanhar a maioria, está vivendo um momento difícil e perigoso. Você está comprometendo a sua capacidade de ensinar e a possibilidade dos alunos de aprender com alegria!

De 15 a 9
pontosAltamente contaminado.Tome todas as providências para se curar dos males que o vírus da exclusão lhe causou. Há muitas maneiras de se cuidar, mas a que recomendamos é um tratamento de choque, porque o estrago é grande! Você precisa, urgentemente, se tratar, mudando de ares educacionais, tomando injeções de ânimo para adotar novas maneiras de atuar como professor(a). Outra medicação recomendada é uma alimentação sadia, muito estudo, troca de idéias, experimentações, ousadia para mudar o seu cardápio pedagógico.Tente colocar em prática o que tem dado certo com outros que se livraram desse vírus tão voraz e readquira o seu poder de profissional competente. Boa recuperação!

Fonte:http://www.angelabecker.com.br